Sexta-feira, Abril 27, 2007


Transição

Se fala do verão, se fala do inverno, se fala da primavera. Pouco se fala do outono. São Paulo no outono tem um quê de melancolia. Talvez por isso não desperte tanto interesse e quase nenhuma poesia por parte dos seus habitantes.

Você pode até achar que o inverno também, mas o inverno tem sua diversão. Além do friozinho típico, das comidas, das baladas, não tem nada mais bacanudo que observar o comportamento médio-burgês da paulicéia no inverno, ovulando entre casacos from NY e panelinhas conceito de fondue.

Saber o que vestir no outono também é um drama. Você acorda com um sol de matar e vai dormir dum frio espartano. Não bastasse a mochila, o notebook, a bag de academia, você ainda é obrigado a sair de casa com um casacão à tiracolo. E ai se não levar. Vai se arrepender até o último fio de cabelo congelado.

E o tempo seco tem outras consequências. O ar fica rarefeito e pra pegar uma gripe é pá-pum! Quando vê, está numa farmácia comprando vic pirena. E um bom shampoo de algas, claro.

Pra malhar é a mesma coisa. Aquela voltinha que você fazia na pista de cooper do Ibirapuera superfácil, vira um desafio dos vulcões. Haja pique. Haja água. E haja uma equipe médica por precaução.

Mas a vida é assim e não adianta apresssar o tempo. Pois todo mundo na vida tem que passar pelo seu próprio outono, inverno e primavera, pra chegar no verão.

escrito por MIM - 6:55 PM

curtiu? não? diz ae!



Terça-feira, Abril 24, 2007


Oftalmo

Foi levar um parente no aeroporto e como de costume tomaram cafezinho, se despediram e voltou. Entrando no coração da cidade pela mais central das avenidas, a Tiradentes, teve uma surpresa. Depois de anos passando constantemente naquele cenário, finalmente via a cidade descortinada.

No estalo, olhou pro Viaduto do Chá sem placas, a cobertura do Shopping Light sem empenas e a fachada dos edifícios do Anhangabaú sem nenhum outdoorzinho sequer. E percebeu que o centro de São Paulo também continua lindo e contina sendo.

Dirigir pelas ruas e avenidas de São Paulo ficou menos pior (sic). O itaim revelou fachadas, os jardins ficou mais intimista, higienópolis então, nem se fala. Até as placas da mais famosa faculdade de boys da cidade foi passear.

A lei que resolveu limpar a cidade apareceu sem critério e prejudicou um monte de gente (Tenho um amigo que negocia mídia que quase pirou) mas que deixou a cidade mais bonita, isso deixou.

Teve de dar a mão à palmatória ao prefeito que ninguém sabe de onde veio, (mas que todo mundo sabe onde quer chegar) e que de político serviu mesmo foi como um ótimo oftalmo. Pra todos nós.

[img: crop em foto de hedislimane.com]

escrito por MIM - 1:07 PM

curtiu? não? diz ae!



Segunda-feira, Abril 23, 2007


Arca

Foi assim, uma roda hype em frente ao coqueirão no último feri. No elenco, gente bem selecionada de norte a sul. Eis que chega um corpo trabalhado no mármore. E ouve-se: uau, quem é ele no jogo do bicho?!

Pegou? E quem é você no jogo do bicho?

Avestruz: Faz a linha low-profile, não curte aparecer e não vai em balada. Vive escondido e depois reclama pros amigos que não arruma ninguém.

Camelo: Tem orgulho de ser workaholic. Vive com dois celulares (Blackberry, claro) e na mesa do Ritz só sabe falar duma coisa: trabalho!

Cachorro: do tipo que puxa o cabelo pra beijar, anda de coleira (correntão prata) e faz a linha bad boy. No fundo quer esconder seu chiuaua interior.

Pavão: Na balada sai de anel, pulseira, corrente, pingente e o que vier. Adora uma grife e só descobriu a felicidade aos 20 e poucos, no primeiro Gucci.

Tigre: Não é mais jovenzinho mas tem o corpo em forma e não abre mão de fortes emoções. Às vezes exagera e faz o ridículo, mas quem não faz?

Borboleta: Levanta a bandeira arco-íris e adora chamar a atenção. Faz questão de beijar na fila do Mc Donalds. De língua. E no dia da criança.

Galinha: É do tipo tribalista 'não é de ninguém, é de todo mundo e todo mundo lhe quer bem' (bom, nem todo mundo). Adora qualidade, mas gosta é de quantidade.

Cobra: Às vezes tem até boa família, mas a índole é do truque. Não deu certo no Brasil e vive fora, só no sub-emprego. E quando volta, haja história.

Cavalo: Costuma ter uma ótima fama nas histórias de alcova. Mas o post está muito longo e é melhor parar por aqui...

[img: crop em foto de hedislimane.com]

escrito por MIM - 11:08 AM

curtiu? não? diz ae!



Sexta-feira, Abril 20, 2007


Arquitetura

Uma tendencinha boa vem se confirmando no mundo do consumo, o aumento dos provadores para os clientes*. O comércio entendeu que se o consumidor compra muito mais pelo desejo do que pela necessidade, fazer de tudo para estimular este momento é o que há.

Vamos combinar, experimentar algo com calma e descobrir que aquela berma da marca hype Ioiô fica bem em você em 360 graus, vira fatura do cartão de crédito na hora. Claro, se você estiver estourado no banco não vai levar nada, como eu. Mas vai sofrer durante um mês, como eu.

E nas lojas de rua, que proporcionam melhor (maior?) aproveitamento do espaço, tem até lounge pra relaxar. Com maquina de cafezinho e até cooler com cerveja gelada. Tudo! E quem já saiu pra comprar com a amiga consumista descontrolada sabe a falta que faz um canto pra encostar.

Agora, não pense que mordomia demais é vantagem. Lembro da vez que fui com um amigo na Ellus do Iguatemi e tive o maior tratamento VIP da vida. De costureira a champanhe na taça. Sai feliz da vida? Sai! Tive que fugir da gerente do banco durante uns dois meses depois? Tive!

Tem fases da vida que um casaco não vale todo este triller. Pois uma fachada de loja bacanuda é como um rostinho bonito. No primeiro momento leva você às alturas, no outro, à bancarrota.

[img: crop n' picture from hedislimane.com]

[* fonte bluebus.com do dia 18.04]


escrito por MIM - 11:46 AM

curtiu? não? diz ae!



Quarta-feira, Abril 18, 2007


Passou

Ficar passado é um estado de espírito que, invariavelmente, todo mundo vive, viveu ou vai viver um dia e consiste no ato de se surpreender com algo de uma forma tal, que nossa cara não pode ser outra se não de alguém que passou do ponto. Existem vários graus de passadice, aprenda a identificá-los:

Passadinho - uma coisa leve porém inesperada. Tipo o dono da balada te cumprimentar com dois beijos no rosto e te dar um cartão platinum, pra você entrar VIP forever. Com seu Nome e Sobrenome escritos nele. Tá?

Boneco passadinho da Estrela - Uma forma criativa de usar o termo nos outros. Exemplo, um conhecido faz double-drop e chega torto na festa. Você diz, ih, este aí está boneco passadinho da Estrela. Também usado com outras marcas clássicas, como Troll e Mattel (Gulliver jamais!).

Passaaaado!!! - Usado em situações que pedem maior carga dramática. Tipo você contar que tropeçou no Gianechinni enquanto fazia pull-over (fato verídico). Usa-se obrigatoriamente gesticulando a mão na frente do rosto tipo limpa-vidro, exclamando: passaaaaaado!!!!!!!

Passê composê - Entramos na seara babado & confusão. Usado pra alguma situação, gossip, causo, enfim, algum fato que abalou Paris em chamas (mas serve São Paulo e Rio). Como saber quando usar? Alguém contou um babado que deixou você de boca aberta? Passê composê colega!

Passê-composê-envelopê-totê - Pense no item anterior. Pensou? Agora multiplique por 10! Usado quando a situação em questão terminou mal, muito mal. Tipo injúria física, fim de casamento, perda de membro do corpo, etc. Mas nem se empolgue. Pra falar corretamente, só fazendo o curso do Wolf Maia.

[foto: crop em img from hedislimane.com]

escrito por MIM - 11:40 AM

curtiu? não? diz ae!



Segunda-feira, Abril 16, 2007


Irmã má

Já sabe a última tendência em matéria de (mal) comportamento nas rodinhas, baladas e afins do eixo Rio - São Paulo? Fazer o insuportável, o inacessível, o chatinho. Parafraseando os amigos: fazer a maldita (no feminino mesmo, ao estilo bruxa má).

Funciona como uma popularidade ao contrário. A pessoa fica notória pela inacessibilidade e passa a tirar proveito disso no melhor estilo 'falem mal mas falem de mim'. Pior que isso são os outros acharem essa esquisitice bacana.

Fazer a linha maldita é uma evolução do inofensivo carão. E por incrível que pareça, requer treino. Pra começar, é necessário um bom bico e uma carinha bonita. Segundo fontes com MBA no assunto, feia fazendo a maldita é falta de comida.

Achou cruel? Como a vida. Achou bacana? Aprenda: alguém novo entrou na roda e você nunca viu? Continue não vendo! Um alien lhe dirigiu uma cantada? Três opções: um sim, um não, um pivô. Um chato pergunta se está tudo bem com você? Resposta: mas não dá pra perceber? E por aí vai!

Mas até o mundo maldito tem suas regras. Destratar trabalhadores, serviçais e terceira idade, é tapa na cara até sangrar (ouvi essa). Fazer a maldita serve única e exclusivamente pra destratar o povo de noite, deslumbrados, gente da moda (sempre) e todo o tipo de wannabes em geral. Just for fun.

Se você gostou da idéia e quer entrar pra esta onda errada, se joga. Agora só falta arrumar a carinha bonita! Brincadeirinha!

[foto: crop em img from hedislimane.com]


escrito por MIM - 7:48 PM

curtiu? não? diz ae!



Sexta-feira, Abril 13, 2007


Paradoxo

Primeiro veio o rock, que o realizou pro poder da música. Lembrou das primeiras viagens pra Maresias com o amigo louco, ao som de Zepellin. Hoje Maresias não é mais aquela, o amigo virou doutor, mas Zepelin, bem, continua Zepelin.

Depois lembrou da sonoridade do Mother's Milk, comprado com o dinheiro de mesada na extinta DJ Ferry's. Do caliente Blood Sugar sobrou a tatuagem no braço esquerdo. E já na era dos clipes, sentiu o impacto de Today do Pumpikins. Depois disso nada mais foi o mesma coisa.

Então veio o rio, a praia, os amigos, os corpos e a tropicália tardia. Caê, Gil, Betânia e Gal. Uau! Inevitavelmente chegou a maioridade e com ela a consciência de todas as bossas. Roberto, Tom, Vincius e afins. Aquele dia caminhando do 6 pro 10 com Wave no player, fez entender todas as canções que ele fez pra mim. E viva Chico.

A bossa cuca nova de hora é o eletrônico. E a palavra do momento é vertentes. Minimal, tech-house, fulon e tudo mais. De sonoridades para dançar e sonoridades para relaxar. Das festas maravilhosas no Rio às baladas sem fim em São Paulo, e da alegria num comprimido.

Pensava tudo isso deitado na cama com aquela pessoa que conhecia todos os contornos e dobras do seu corpo, mas que não sabia nada sobre seus gostos, suas músicas, suas trilhas. Que sabia absolutamente tudo. E não sabia adsolutamente nada. Sorriu desligou o som e dormiu.

[foto: img from hedislimane.com]

escrito por MIM - 2:09 PM

curtiu? não? diz ae!



Quarta-feira, Abril 11, 2007


Le goût des autres

Tenho um problema, gosto do que é dos outros. Explico: pra mim, o melhor jeito de avaliar um modelo, um acessório, um babado novo, é ver aquilo no ambiente natural sendo usado por alguém.

O casaco Lacoste do chefe, estampa tipo Burberry. Elogiei e recebi até a dica da promoção. Mas na hora de comprar não tive tanta sorte. Tinha acabado (graças a Nossa Senhora das Mil e Uma Prestações).

Um cinto lindo que o amigo anfitrião mostrou (numa leva de cinco duma vez. Fino!). Logo percebi que combinava com meus pisantes, na maioria também azuis. Teminei atrás dele só de bermudão e sem camiseta em plena Ipanema. E achei, claro!

Mas nem tudo são flores. O lance também é perceber o que é legal, mas não em você. O amigo que foi comprar o cinto comigo portava um boné-chapéu lindíssimo D&G. Até experimentei, mas nele era uma coisa e em mim outra. Até porque ele fica gato até careca o que não é o meu caso.

E este é o segredo, perceber aquilo que é bacana e se adapta ao seu estilo, e o que não tem a ver com você. E isso vale pra tudo, roupa, carros, lugares, namorados dos outros. Brincadeira!

[ps o título do post é uma referência a um filme francês maravilhoso, simples, curto e altoastral, que tem uma mensagem linda sobre a vida. Superindico.]

[foto: crop em img from hedislimane.com]

escrito por MIM - 3:50 PM

curtiu? não? diz ae!



Segunda-feira, Abril 09, 2007


Calçadão

Só pra não perder o costume, alguns highlights do feriado de Páscoa no Rio de Janeiro.

Viagem: o aeroporto de Sampa melhorou a estrutura mas os atrasos continuam (a ponte das 8h25 saiu 23h30, por exemplo) A dica é se jogar no Varanda (no terraço) e tomar uma boa caipirinha enquanto acompanha a decolagem pelo painel.

Areia: O coqueirão, ali quase em frente ao Ceasar Park, contiua reinando como o local mais bacanudo de Ipanema, com rodinhas de meninas e meninos bonitos de toda idade, sexo e estilo, até o fim de tarde. E a paquera rola solta, como tem que ser.

Fashion: A moda Rio é muito particular e informal. Mas prestando ateção se pesca elementos que conferem autenticidade a qualquer look. Cai os anéis de prata (hit entre os meninos cool na temporada passada) sobe as pulseirinhas quase-hipies de linha trançada.

Balada: O Rio anda pegando força no fundamento label parties. A X-Demente, uma instituição carioca, aconteceu na Marina da Glória, um dos lugares mais lindos da cidade. E com direito a ver o dia nascer feliz na melhor companhia do mundo.

Fitness: Falando do Rio não dá pra não falar do assunto. Com o fim do verão, todo mundo menos bombado e mais magro pendendo pro definido. Mas como lá não tem inverno, já sabe, corre atrás do prejú porque o quality assurance é muito, muito forte.

[foto: crop em img from hedislimane.com]

escrito por MIM - 3:25 PM

curtiu? não? diz ae!



Quinta-feira, Abril 05, 2007


Preparação

Viajar é bom. Quer dizer, viajar é ótimo. E a preparação pra uma viagem, mesmo que seja logo ali, é sempre divertida. E enquanto a gente vai pensando antes no que levar, já vai fazendo uma viagem imaginária.

Será que vai dar praia? E se der, será que rola bermudão ou sunga? Na dúvida leva vários, dos dois. Repetir modelo em viagem curta não dá! Se for campo, pensar no repelente, na roupa da cama, num bom livro pra se jogar numa rede e ficar folheando até pescar de sono. Ô delícia!

E a trilha? Importantíssimo. Prepara o ipod com uma seleçãozinha eclética, do londrino Mika ao CD novo da Bebel Gilberto. Se for de avião, com o caos que está, separa então uma trilha bem relax, de Phonique à Hotel Costes.

Depois ainda tem que se pensar no agito, se lá tiver. Se sai de roupa de praia ou algo tipo jeans? Pólo ou regata? E a gente vai pensando numa pá de coisa que pode acontecer, histórias, lugares e pessoas. E se rolar de encontrar A pessoa, sexo na mesma noite ou não? Tem preocupação melhor que essa?

Claro que no final das contas a trip pode nem ser do jeito que a gente imagina. A diferença fica por conta de quem acha que ela pode ser pior e quem acha que ela vai ser muito, mas muuuito melhor. Que é o nosso caso, e ficamos combinados.

Bom feriado de Páscoa all!

[foto: crop em img from hedislimane.com]

escrito por MIM - 3:56 PM

curtiu? não? diz ae!



Quarta-feira, Abril 04, 2007


Radar

Qualquer jovem urbano e semi-normal tem um bom radar. E não abre mão de andar com as anteninhas ligadas nem que seja pra ir ali na esquina. Se um bom partido passar do outro lado da rua escondido num saco preto, dentro dum carro-forte, pode ter certeza que o radar dá um shake.

Mas um bom radar não é só pra isso. Como ele se sabe a hora certa de fazer um comentário digno, de fazer uma gentileza, de abrir a boca na reunião de trabalho. Naturalmente, também se sabe (ou deveria saber) a hora certa não dizer absolutamente nada. Qualidade impostantíssima essa!

Mulheres costumam ter um excelente radar por serem mais perceptivas e intuitivas. Mas perdem completamente o dom quando passam a gostar de alguém. Apaixonou e thum, o radar não funciona e as vezes acaba trabalhando contra. Término dramático então, coloque aí uns meses até ele voltar ao normal.

Os gays também têm o seu conhecido gaydar. Mas com a pasteurização dos padrões este fundamento que antes era inabalável anda meio capenga. Hoje, não se sabe se aquele carinha sem camiseta e peito depilado é mesmo gay, ou se aquele barbudinho de bermudão du surf é mesmo hetero.

Radar on ou off, a ironia é saber que ele é uma ótima ferramenta pra ficar ligado no mundo, mas ineficaz quando o mundinho em questão é o nosso. E quando, volta e meia, bate a sensação de se estar mais perdido que náufrago na ilha de Lost, aí colega, não tem radar no mundo que dê jeito.

[foto: crop em img from hedislimane.com]

escrito por MIM - 2:49 PM

curtiu? não? diz ae!



Segunda-feira, Abril 02, 2007


Café Pequeno

Todo jovem morador de São Paulo mesmo que não goste do assunto não passa impávido a moda. Também não vejo motivo pra não gostar. Nos dias de hoje com tanto freak por aí, se jogar num ou outro look atitude é café pequeno. Vendo o que rolou em sites e afins, apostas do que poderia pegar no inverno daqui.

. Preto por baixo claro por cima: investir num completo look preto e cobrir com um casacão claro (bege?). Very chic.

. Paninho no pecoço: calma Beth, nada de seda com laçarote. É pegar um paninho de tamanho médio, dar um nó nas duas extremidades e jogar no pescoço com o nó pra frente, tipo um colarzão grunge. Achei demais.

. Calça alfaiataria: todo mundo fez. Ela chega sequinha, no corte reto. Fica esperto que muitas marcas têm calças mais baratas até que o jeans. Aposte no cinza e preto.

. Estilo Richards: foi brega e não é mais. Vá de berma cargo, camisa de mangas dobradas (meio aberto tipo cafajeste) e sapatos navy ou estampa Burberry.

Cabelo certinho: reflexo do despojamento excessivo nas roupas, agora o cabelo vem mega-arrumadinho. Então você chega num look rasgadinho mas com visual certinho, fazendo um divertido e curioso contraponto.


[ps: aproveitando o papo tendências, uma dica: Armchair Apocrypha de Andrew Bird / Tô curtindo muito / Ainda não saiu na lojas, mas isto ñao é problema pra você, ou é? ]

[foto: crop em img from hedislimane.com]


escrito por MIM - 10:17 AM

curtiu? não? diz ae!




Jovem, educado, bonito e rodado...
mas quem não é?

Fale comigo bem aqui


Nice Blogs:

Credits

Myself (ilustração)
Dani Garcia (template)
Image Bank Fotosearch Pixelzine