Quinta-feira, Setembro 28, 2006


Maluco por aí

Hoje, correndo que nem um hamster na academia, realizei que ando maluco em praticamente todos os lugares por aí.

Na rua: eu corro e buzino que nem louco e não era pra nenhuma delícia, mas por causa do fenômeno pico. Que é quando a gente acorda cedo pra não atrasar e pega o pico das sete, das oito, das nove. E se fode.

No trabalho: eu surto pra resolver mil pepinos ao mesmo tempo, com o mesmo deadline. Pra piorar, o chefe voltou de férias e é do tipo que reclama de 1 minuto de atraso. Entendeu o primeiro item?

Na academia: o mundo pode acabar que não abro mão. Logo, engulo a comida e corro pra malhar no almoço. E como cada minuto é vital, não revezo aparelho nem fodendo. E volto correndo por causa do item acima.

No supermercado: odeio. Mas faço. E aproveito pra acertar detalhes da vida, tendo na mão o celular, a agenda, a carteira, o carrinho, o cartão de crédito, a caneta e um saco de granola (light, course). Ao mesmo tempo.

Na balada: aí, colega, eu realmente fico louco. Mas os motivos são outros. E nem insiste que eu não posso contar, porque certas coisas ainda são ilegais no Brasil.


[Reflexões: e na camiseta tá escrito 'run forrest, run']

escrito por MIM - 5:53 PM

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Quarta-feira, Setembro 27, 2006


Minto que sofro

Minto que sofro. Claro que não sou tipo a Líliam Cabral na novela, um coração de pedra, só não sei por pra fora a tristeza, quando ela chega.

Digo isso baseado num amigo, que quando termina um namoro chora igual aqueles videoclipes lindos, onde a pessoa entra em casa em câmera lenta, encosta o corpo na porta e vai deslizando (e foi ele que me contou).

Pois vivo anos luz de algo assim. Também não sei chorar na frente de ninguém. Só choro escondido. Trancado num quarto escuro perdido numa cidade erma do leste europeu. Ou dirigindo pela serra do mar ouvindo Angela Rô-ro canta Cazuza. É de morrer.

O lance é que eu sou sensível sim. Só não sei exteriorizar muito. E quando via meus dois melhores amigos num momento (sic) brodagem emocional, eu tinha ciúmes. Até que um dia resolvi fingir. Pronto, falei!

Tá, eu sei que fingir não é bacana. Mas colega, te contar que hoje meus amigos me me vêem de uma outra forma. E outra, como diria a eterna Marilyn (que completaria 80 anos agora): se eu seguisse as regras, não chegaria a lugar nenhum. Bjo me liga!

[Reflexões: toma um lencinho... Mas passa logo esse beck.]

escrito por MIM - 7:45 PM

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Terça-feira, Setembro 26, 2006


Um som que escapa

É friozinho, um dia preguiçoso e a gente se joga no chão do quarto lendo uma Vogue L'Uomo, ouvindo um som e vendo Desperate Housewives, tudo ao mesmo tempo agora.

Então uma música começa: uma baladinha alegre do Kings of Convenience. Só que a música, mesmo sendo alegre, te lembra momentos tristes.

E é bem natural que a gente procure o iPod ali por baixo daquele monte de revista, pra mudar. Então a gente pega, lê na telinha o nome da canção, que nem lembrava mais... E não muda.

Pois é. Não muda, e fica ali ouvindo toda a música. E você percebe que mesmo sendo triste, a música é linda. Bonita mesmo. E quando ela acaba e começa uma nova, você sente um alívio no peito. E uma lágrima na rosto.

E realiza que músicas novas podem não ter uma história, mas, por isso mesmo, são as trilhas perfeitas pra o futuro. E pra um final que só depende de você pra ser feliz.

[Reflexões: paz, viagens, sonhos, árvores... A gente tá amando essa onda de new folk]

escrito por MIM - 2:23 PM

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Terça-feira, Setembro 19, 2006


Malhando pra ganhar

Um dia você decide pegar uma cor. Daí pega uma ponte. E vai pegar uma praia. E o que pega? Pega que no tempo de você pedir dois guaravitons (com sotaque, claro) você surta.

O motivo? Os corpos. No caso, os cariocas, que insistem em serem sarados até no inverno. E o seu, que insiste em manter a barriguinha, mesmo numa rotina espartana.

Tá, tudo bem que você matar um pote de Hageen Das não é necessarimente espartano. Mas isso não muda o fato de que você malha pesado, toma litros de whey protein e acreditava estar superbem (acreditava, conjugado no passado mesmo).

E hoje, enquanto todo mundo aproveita o friozinho pra ficar embaixo do cobertor vendo Páginas da Vida, você busca energia no fundo do seu eu e corre pra academia.

Afinal, no campeonato dos corpos sarados a gente pode estar longe de levantar a taça. Mas ficar na lanterninha e ser rebaixado pro grupo B, nem que a gente precise comprar o juiz.

[Reflexões: Quando a gente nutre paúra de nutry, come Neston]

escrito por MIM - 6:09 PM

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Segunda-feira, Setembro 18, 2006


Mirim II - O filme

Já falei desse assunto antes, quando a Kate foi pega numa atitude um tanto recriminatória que quase desandou sua carreira (com o perdão do trocadilho). Hoje, o Brasil correu pra web pra ver o 'sex moment' da Daniela Cicarelli com seu namorado Tato, na Espanha.

E enquanto a mulherada na agência viralizava a cena aos brandos de 'bem-feito' (num tipo de sentimento que só as mulheres sentem pelas outras), eu fiquei com pena dela. E o comentário entre meus amigos foi: porra, que mirím.

E quando a gente tem estrada de vida (o que não quer dizer velho, apenas rodadinho), se dar mal por causa de uma atitude mirim é inadmissível. Ainda mais se você já casou com uma lenda, fez barraco num castelo e descasou, tudo no mesmo mês.

Celebridade ou não, importante ou não, hoje a gente encontra tudo sobre a vida de uma pessoa num simples clique. After the jump. E como ninguém é santo (muito menos você, colega), cabe tomar cuidado. Pois a maré vai... Mas ela volta.

[Reflexões: Quem nunca deu umazinha no mar, que atire a primeira concha]

escrito por MIM - 4:12 PM
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Fazendo a linha

Cena 1: você tá andando na Oscar quando um conhecido (décor dum megaclube GLS) diz: Nossa, como você tá conservador!? E você nem tava. Era uma Lacoste verde e um tênis navy Zara, imitando aquele xadrex Burberry.

Cena 2: você no Rio dando uma passada rápida na cobertura dum chill in amigo, eis que surge o mesmo conhecido, com o mesmo comentário: Sim, você anda conservador. Me conta tudo! Eu você nem tinha nada pra contar. Mas você realiza que sim, anda careta.

E o motivo não é nenhum happening: tipo você ser aceito no Jockey. É simplesmente porque você tava a fim de desacelerar. Pegar mais leve. E, por isso, passou a fazer uma linha mais conservadora. O que, naturalmente, influenciou no guarda-roupa. E no cabelo, que parece de moço direito.

Antes que você começe a me zoar de Evita by Madonna, esclareço que linha conservadora é só uma desculpa pra não sair de sexta a domingo, pegar 3 paqueras numa só noite, e sobretudo, poder comprar algumas Lacostes sem peso na consciência.

[Reflexões: A gente para com o tapa na pantera. Mas na jaguatirica tá valendo!]

escrito por MIM - 12:05 PM

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Sexta-feira, Setembro 15, 2006


Surto do ingresso

No trabalho você comenta: Viu que o Daft Punk vai vir? E o amigo: Vi, mas diz que já acabou! E você: Como acabou, eu nem sabia que já estava vendendo! E seu amigo: Pois é, também não comprei. Vou tentar ganhar. Diz que a Motorola patrocina.

O diálogo acima é fictício. Mas poderia ser verdadeiro já que traz 2 mitos do universo cultural paulistano. A primeira: a de que toda atração legal já tá com ingresso esgotado. A segunda: que sempre um amigo que trabalha sei lá onde, vai te arrumar um vip.

A culpa é do surto do ingresso. Que é o medo coletivo de perder um bom evento, levando geral à comprar ingresso 3 meses antes. O resultado do fenômeno você já conhece: filas enormes, preços altíssimos e gente acampando na porta. Medo.

Sem contar o fator 'vai saber'. Afinal, vai saber onde você vai estar daqui há 3 meses? Eu Já vi gente casar em menos tempo. E, tirando o da Madonna, você não vai querer faltar no seu casamento pra ir num show.

Mas ok! Prefiro comprar e garantir o meu, do que ficar correndo atrás dum conhecido pra me arrumar. Até porque, se bem me recordo, esses favorezinhos sempre têm seu preço. E a gente, mesmo sendo sem vergonha, nem sempre está disposto a pagar.

[Reflexões: Daft Punk, Yeah Yeah Yeah, New Order, Offer Nissim, eu vou! Você vai? Me avisa!]

escrito por MIM - 11:42 AM

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Quinta-feira, Setembro 14, 2006


Cazuza Canta

Indo pro trabalho Cazuza canta. E você, recém chegado da terra onde todo mundo com mais de 45 anos diz que foi melhor amigo dele, acha que é pra você. Afinal, aos olhos dessa galera você tem cara de maior abandonado. E exagerado. Mas você só tá um pouco perdido. Natural, já que ficou tudo fora do lugar, café sem açucar e danca sem par. E se faz parte do seu show fazer promessas malucas, tão curtas quanto um sonho bom. Ou esconder a verdade pra proteger da solidão. Você também sabe que, no fundo, migalhas dormidas do seu pão e mentiras sinceras lhe interessam. Pois a gente adora um amor inventado.

[Reflexões: Porque que a gente é assim?]

escrito por MIM - 11:36 AM

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Quarta-feira, Setembro 13, 2006


Marco zero

O 11/9 passou. Acho que todo mundo se lembra a hora e o local onde estava nesse dia, vendo tudo ao vivo. Eu estava na antiga agência na frente de treze televisões mega.

Hoje se fala em marco zero. E não sei se é porque passo o dia trabalhando com essas paradas de conceito e tal, mas achei a história bacana. Pois tem a ver com renovação. Fodeu? Vamos zerar! E recomeçar a partir dali. Tocar a vida.

Existem coisas no ser humano que me fascinam. Principalmente nos seres humanos bronzeados, de abdômen definido... Tá, eu paro. Falando sério, uma das coisas que mais me fascinam é nossa capacidade de recomeçar. De se reinventar.

Hoje almocei com duas amigas que estão nesse subject. Uma está em fase de renovação, começando coisas novas: novo corpinho, novo carro, novo apê. Outra, quer renovar. E está a procura do caminho, que eu tenho certeza que vai achar.

Dedico essas palavras à elas. E a você, que não te medo de 'ser feliz'. Bj me liga!

[Reflexões: A gente sacode a poeira, dá a volta por cima, dá a volta por baixo, pega o viaduto e chega. E se não tiver bom? Vai embora!]

escrito por MIM - 5:44 PM

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Terça-feira, Setembro 12, 2006


Gente fina

Antigamente a gente ficava passado quando topava alguém escroto. Hoje, o mundo tá tão cheio de gente uó, que a gente fica passado é quando encontra pessoas realmente bacanas. Leiase-se gente fina, elegante e sincera.

Resolvi falar fdisso porque nessa minha curta estadia no Rio, onde fui tão bem tratado, tive uma aula de elegância e bom humor. E, que fique claro, não quero dizer frescura. Me refiro à simplicidade dum gesto, dum papo e de uma gentileza.

E quando você tá perto dos trinta, normal se pegar divagando em como a vida foi bacana de te cercar de pessoas do bem. Pessoas que sabem que é legal ser legal. E você se dá ao luxo de pensar que sim, teve um pouco de sorte, mas que também, muito disso é mérito seu.

Afinal, você pode ter alguns defeitos (ei, gostar Baby Consuelo não é defeito!), mas, graças a deus, você teve na sua vida alguém pra ensinar que moralidade não é opcional de série. E que gentileza, ao contrário de beleza, põe mesa sim senhor.

[Reflexões: Dizer bom dia, obrigado e por favor? Acho chic!]

escrito por MIM - 2:24 PM

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Segunda-feira, Setembro 11, 2006


Notinhas do finde

O Rio, bem, continua lindo. Zilhões de agradecimentos ao querido F. Eu ao meu novo melhor amigo de infãncia G., que, gentilmente, me hospedou na cobertura mais bacana do Bairro Peixoto. Seguem highlights:

. O Bar Devassa, aberto há uma semana numa esquina bombada de Ipanema, promete ser hit. Aproveita que tá rolando promoção de inauguração de 30% na conta.
. O arpoador praticamente sumiu na ressaca. Mas a minha, a sua, a nossa praia ainda tá lá, reunindo solteiros, casados, gatinhas e saradinhos, pra todos os gostos. Onde? Ali, entre a Vinícius e o 8.
. Procurando um pouco de cultura pra essa sua vida fútil? O Lago dos Cisnes estreou esse finde no Teatro Municipal. O lugar, belíssimo, já vale a visita e a montagem tá linda. Até chorei (sim, também sou sensível)
. A Pizzaria Guanabara não é mais aquela. Mas a pizza é!
. Se você acha o aeroporto de Congonhas uma rodoviária, colega, se prepare para o Santos Dumont. Vi tanto barraco que pensei que eu tava no Valqueire. iPod forever!
. Superbem indicada, a Galeria River, no Arpoador, é perfeita pra quem curte o visual praiano. Bermudas e camisetas lindas, por um preço inacreditável.
. E eu, pra não perder o costume, volto com meu coração apertado.


[Reflexões: a Dri Calcanhoto tem razão, cariocas são bonitos, bacanas, sacanas e dourados]

escrito por MIM - 11:23 AM

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Quinta-feira, Setembro 07, 2006


Embarque imediato
[Reported from Rio]

Pegar a ponte aérea num pré-feriado pode ser um drama. Mas se você já tem um conhecimento de causa, vai tirar de letra o estresse e ver tudo com muito mais humor. No mais, diquinhas simples podem transformar a desolação em diversão:

. Já ouviu falar em overbooked? Vá se acostumando. Eu, mesmo no horário, só embarquei 2 vôos depois. Pra essas horas, nada melhor que um iPod pra dar uma trilha à novela. Só não me venha com Damien Rice.
. Não custa caprichar no modelo. Num lugar onde chega e sai centenas de pessoas, seu olhar de garoto sem dono, invariavelmente, termina num convite prum café. E se isso acontecer, você não vai querer estar vestido como o filho do feirante.
. Assim como um beckembauer na praia, não há companhia melhor num aeroporto que uma revista bacanuda. De preferência uma gringa. Apesar de que as nacionais estão sueperbacanas. A Key, da Érika Palomino, eu achei linda.
. Por fim, jamais perca a classe. Ficar puto com a desorganização da companhia é justo, mas não tem nada mais deselegante que dar barraco com os funcionários. Um sorriso simpático vale mais que mil gritos de raiva. Vai por mim.

[Reflexões: Não querida, essa não é minha mala, é só a nécessaire.]

escrito por MIM - 5:35 PM

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Terça-feira, Setembro 05, 2006


Must have

Você sabe como é difícil encontrar uma loja inteira de coisas bacanas. Pois sábado, após uma estressante empreitada em busca do sofá perfeito (que terminou num Tok&Stok by Herchcovicth) fui parar na Sergio K e senti vontade de levar o lugar todo.

Já falei da marca aqui. Só conheço a loja da Oscar Freire, mas vi no site que tem até na Daslu. Eles mixam um 'quê' de sobriedade (com pólos, sueters, tênis em couro) com um toque vanguardista (com cortes justos, estampas e cores) e dá muito certo.

O hit? As pólos, sem dúvida. Que vi tanto nos boys de Maresias (em plena areia no fim de tarde) quanto nos gays dos jardins (que sabem tudo). E funciona até em quem não tem corpão mas percebe quando a roupa valoriza.

E o melhor não contei: a loja inteira estava liquidando pra trocar coleção. E eu sei que preço não se fala, mas depois de eu ter citado a Daslu, parece piada dizer que tava tudo barato e não falar quanto. Pois levei camisetas por 45 e suéters por 85. Incrível, né?

Depois ainda fui na Crystalo tomar um capuccino, onde vi que a Cláudia Raia é sim, muito linda! Se você é desses que, como eu, vez em quando precisa dum modelo coringa, vale a pena incluir Sergio K na sua 'must have list'.

[Reflexões: três vivas pra quem inventou o crédito]

escrito por MIM - 10:14 AM

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Segunda-feira, Setembro 04, 2006


Manutençaozinha

'Você sabe que nunca mais vai namorar essa pessoa, não é?' O direto de esquerda, aplicado pela amiga mais centrada que você já teve, em muitas encarnações, no meio do Almanara Iguatemi, quase fez você cuspir a coca (light, claro).

O motivo? Sua confissão de que estava sofrendo manutençãozinha. E deixando rolar.

Explico: manutençãozinha é quando você não quer ter nada sério com alguém. Mas também não quer que ela se afaste. E fica mantendo com ela uma pseudo proximidade, com contatinhos fofos e trepadas eventuais (o que, vamos combinar, nem sempre é ruim).

Pessoalmente sou contra manutençaozinha porque, no fim das contas, a corda sempre arrebenta pro lado mais fraco. Mas quando você é um cara que sabe dar nó em pingo d'água, isso não significa que essa parte seja você.

[Reflexões: nem sempre ganhando, nem sempre perdendo, mas apredendo a jogar ]

escrito por MIM - 12:01 PM

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Jovem, educado, bonito e rodado...
mas quem não é?

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