Segunda-feira, Junho 30, 2003


O Homem que copiava

Então 1 vez eu e um amigo bebemos champa demais e ficamos experimentando tudo na loja. Tipo 1 experimentava e o outro ficava só olhando, falando merda e tal. O vendedor chegou com 1 calça bacanuda q eu curti na hora. Pensei q ele num ia curtir, e dei pra ele, q experimentou, achou mara e levou. Catso.

E eu? Acabei experimentando, curtindo e levando 1 igual. Combinamos então de ñ usar na mesma balada, mas como temos o mesmo gosto (ótimo, por sinal), outro dia a gente se cruzou em plena pista como par de vasos. Agora tenho q ouvir ele dizendo q copio ele. Pode?

Aí outro dia combinamos de almoçar. E no risco da gente dar um rolê, entrar numa loja, achar algo e sair na mão pra ver quem leva, cheguei antes, experimentei tudo, e levei 1 calça q ele já tinha curtido. Qdo ele viu, passou e me mudou de filme, deixei de ser o homem que copiava e virei o invasor hehehe. Ok, fui rato, mas a amizade continua, afinal temos um gosto diferente pra paqueras.

ENQUANTO ISSO NO FINDE
Sexta rolou O Enigma Blavatski, com a Eliana Gutman. Disseram q ela fazia a mãe da A.P. Arósio na última novela. A peça revive Helena Blavatski, feiticeira aristocrata do séc 18 que desafiou os padrões da época. Historinha supercool, né?

Sábado fui ver O Homem q Copiava. Sessão lotada, optamos por Longe do Paraíso, filme q conta a história duma família perfeita onde a mulher (Juliene Moore) descobre que o marido (Denis Quaid) é gay. Pesado, só te digo isso.

Tbm no sábado, a festa no Pacaembu fui tudibom. Tinha um labirinto real pra chegar, instalações criativas, incluindo a igm full da Bündchen no teto (ah, o tema era deuses), performance de yoga e o povo à caráter. Eu de Eros foi o top mico.

E sampa parecia calçadão do Leblon. Sexta cruzamos a Antoneli e o Benício no Spot. Sábado, chá de bebê a karina Barum, e a Pillar e o Ciro na festa à fantasia. E domingo depois do Na Mesa, o Antony e o Assumpção passeando pela Oscar.

escrito por MIM - 5:41 PM

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Sexta-feira, Junho 27, 2003


Be twenty something is

. Trabalhar das 9h às 20h, malhar das 20h às 22h, namorar das 22h às 24 (intercalando o centrum, o vitasai e o guarapower).
. Pensar rápido e escolher no meio da pista lotada se vai de A8 ou Red diamond (ou dos 2 hehehe).
. Fazer + 1 credit card. Ou cancelar os 2 que já tem (e parar de achar que é um Safra).
. Organizar o finde tipo numa planilha p/ fazer a social com os amigos e outros nem tanto (afinal, social é social).
. Ficar com os braços doendo da academia, as pernas da corrida, o corpo da yoga e a cabeça do siso (q tá matador).
. Achar um CD de eletrônico na Fnac por menos de 40 pila.
. Ir até o Morumbi só pra fazer o corte de sempre, com o cara de sempre no lugar de sempre (ptz, essa foi mto gay)
. Ir na ouro fino, forçar 1 barra p/ achar algo bacana, chegar à conclusão de q tá mto grandinho praquilo.
. Entender o que aconteceu com aquele negócio chamado blog, de deu pau e q agora te obriga conhecer palavras tipo programação, html e template (e q mesmo após horas de esforços, num voltou a contar seus comments).
escrito por MIM - 4:19 PM

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Quinta-feira, Junho 26, 2003


EM MANUTENÇÃO

test, test, test

[done]

escrito por MIM - 3:40 PM

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Quarta-feira, Junho 25, 2003


Inverno tropical
Jorge Ben disse e eu assino embaixo, 'moro num país tropical, abençoado por deus e bonito por natureza'. Vai dizer q o Rio não é dúca? E o litoral norte? E tem a chapada, bonito, noronha (suspiro), mas tô falando das praias porque essa é a melhor época do ano pra se curtir uma.

Em junho o povo qualquer nota se soca em Campos do Jordão e afins, levando pra lá tudo de ruim: engarrafamentos, casais coxinha, preços astronômicos, serviço ruim e as filas. Então ir pra praia vira um sossego. O que é descer a serra vazia, parar naqueles mirantes q a gente nunca tem paciência e curtir a paisagem? Tão cool q me senti num reclame, tipo turminha-amiga-a-bordo-do-novo-modelo-ford.

Aí na praia confirma q o país é tropical mesmo, aquele sol e só de sunga o dia inteiro. Mas a noite rola um friozinho. E fumar unzinho de moletom, assando uma batata numa fogueira e ouvindo o barulho do mar e tipo filme, né? Sabe aquele filme de praia com o di Caprio? Tá, Paúba tá longe de ser Tailândia, mas é que tô numas de referências hoje.

Só q nem tudo são flores. Porque a gente leva sapatilha pra escalar, tapete pra yoga, tênis pro cooper, mas na prática só faz enrolar o bob marley, comer vorazmente e dormir 12 horas por noite. Ou pior, fica tão siderado que azara um prato de doce-de-leite.. q a gente queima no overtraining da segunda, claro. E se sua praia é balada, a night no litoral é no stop. O Sirena bomba e lota da moçada mais bonita e, digamos assim, muderninha, se é q vc me entende. E beijar na praia é ou não é tudibom?
escrito por MIM - 5:01 PM

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Segunda-feira, Junho 23, 2003


Yep, i am [from artigo de Fernanda Young]

Enquanto as mulheres seguiam reclamando seus direitos e os homens seguiam aprimorando seu machismo, um grupo de rapazes bonitos e sarados resolveu mostrar o que aprendeu de feminino com suas mães. E o mundo saiu do armário. Por mim, tudo bem. Afinal, quando se está em viagem, qual é o lugar mais legal se ir? Aos bairros gays. Quando se quer dançar a noite inteira, para onde devemos levar o esqueleto e as plataformas? Às boates gays. Você quer rir da própria desgraça, vai rir com quem? Com um amigo gay. Eu mesma, se fosse para ser homem, acho que optaria por ser gay. Não por gostar tanto assim do gênero humano masculino, mas por sem-vergonhice mesmo.

É impressão minha ou os gays se divertem muito mais do que todo mundo? Parecem até mais inteligentes, numa fórmula que mistura boas doses de senso de humor, futilidade, determinação e loucura. E, cientes dessas condições, acabam mais ousados e corajosos. Há, decerto, alguma magia no contato da testosterona com uma alma delicada, para que se produza seres tão absolutamente especiais. Será que uma mulher injetada de alguma proporção exata desse hormônio seria capaz de se tornar, como os gays, mais livre? Mais engraçada? Será a mulher um gay pudico, por isso sem falo? Serão, enfim, as bichas, com a sua maravilhosa junção de fogo sexual com capacidade reflexiva, o verdadeiro possível sincretismo entre macho e fêmea? Respondo como uma bicha responderia: "Who knows?"

E talvez seja mesmo o que precisamos, um mundo gay, formado por um tipo de gente que é capaz de dar quando quiser, mas que ao mesmo tempo sabe reter algum teor simbólico das relações que não sejam só o comer - deu para entender? Seria um mix do dar e do receber, carmicamente balanceado. E para aquele que crê que essas conclusões meio chapadas sejam algum tipo de campanha tendenciosa, ressalvo: ninguém vira gay por causa de uma crônica. Ou vira?

[Não sou de levantar bandeira mas achei esse textículo bonitinho e pertinente, principalmente se não levar a sério. No mais, o fim de junho é data para comemorações e eventos queer em todo o mundo. E Sampa bombou, supercool. Peguei uma ultraparty na quarta, puro glam e a parada ontem estava linda.]
escrito por MIM - 3:23 PM

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Quarta-feira, Junho 18, 2003


Tá ruim e não pode piorar?
Pára, q pode. Tudo combinado pra ferver no Jr Vasques e descubro que o puto não embarcou pro Brasil. Hã? É, a festa vai ser transferida pra outro dia, tipo quinta ou sexta. Cuma? Mas a gente vai pro litoral hoje a noite, tipo depois da (suposta) festa. Hein?

Respira. Toma um café, pensa, tá tudo bem. Aí lembra que pagou 1 fortuna pelo ingresso, que marcou cabelo às 8h, que gastou um algo sério num jeans pra usar nessa night. E num vai rolar a festa carái? Outro café. Curto por favor.

Mas se Inês é morta, foco no trampo. E rola de cagar a campanha tipo hoje, véspera de feriado. Repete? É isso mess. Ok, agora alguém me arruma um VALIUM?

E tem o trânsito q me zuou a manhã (e vai zuar a noite), a yoga e a academia q não rolou e o celular q acabou a bateria, sem carregador. E aí? Aí meu amigo, esquece o post anterior e põe aquele CD beem depressivo.
escrito por MIM - 6:14 PM

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Terça-feira, Junho 17, 2003


Sua vida é perfeita?

A minha não é. Juro que eu podia ganhar mais, viajar pra Europa todo ano e ter um cabelo que desse menos trabalho. Mas nem por isso saio por aí malando os outros.

Ando de bode dessa gente que só faz reclamar de tudo. Ok, na época dos grandes poetas brasileiros cultuar o sofrimento era o máximo, e servia de inspiração de conquistas amorosas a clássicos da poesia. Mas isso foi a trocentos anos atrás, sem contar que esse povo morreu com 20 e poucos anos. Vamos combinar que querer morrer nessa idade é um tanto prematuro.

Tenho um ou outro amigo desequilibrado, um ou outro fútil e um ou outro sem grana, mas amigo mala, tsc, tsc... isso não tenho não. Porque a gente tem nosso inferninho astral (reza a lenda, 1 mês antes do aniversário), mas viver reclamando não pega nada. Problemas precisam de soluções, e não de remedinhos tarja preta, numa noite de sábado, vendo canal sony. Fala sério.

Sem contar q gente coitadinha está total fora de moda. Tanto jeito criativo de chamar a atenção e a pessoa escolhe justamente a de coitadinha? Afe. Daí cortei tudo que é influência deprê e malenta: não alugo mais filmes do tom hanks (opa, isso eu já fazia), dei um tempo dos escritores pessimistas, deletei blogs chatos e tirei do case os CDs depressivos. Ninguém vai sentir minha falta mesmo já que público assim tem de sobra no mundo. No mais, vou parar por aqui que eu já tô mala demais.
escrito por MIM - 10:33 AM

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Sexta-feira, Junho 13, 2003


Vida moderninha? Sei...

Antes mesmo de eu dar meus primeiros passinhos numa pista de house o ultraje já cantava: eu quero levar uma vida moderninha, deixar minha menininha sair sozinha, não ser machista e não bancar o possessivo etc, etc, etc. Pena que a realidade não seja bem essa.

Porque a gente toma drink exótico no lycra, vai ver exposição na vermelho e veste herchcovitch, se achando os mudernos, mas quando o assunto é relationships, nem a tia Rita Lee entra nessa. Afinal, cada um sabe onde o calo aperta.

Então no dia dos namorados dei um celular de presente, assim quando quiser saber quando, onde e como, basta ligar. A real? Não sou inseguro, ciumento, ou qualquer outra condição freudianamente humana (e por isso mesmo permitidíssima), mas sou de garantir, não de remediar. Ainda mais com a promoção tudibom: 1 ano de ligações grátis pra outro celular, no caso o meu, claro, hehehe.

Pra fechar, cabe dizer q acho o dia dos namorados um gol da mídia e do comércio. Gatinhas deslumbradas comparam presentes, playbas e pattys trocam juras em lugares badalados e casais coxas amargam na fila dos motéis. Tudo tão megalomaníaco que faz esquecer que um agrado, um jantar romântico ou um buquê não precisa de data especial.

Se a data existe, se você namora e tal não tem porque não comemorar. O meu por ex foi ótimo. Mas essa onda costuma levar muita gente fraca das idéia a se amarrar, só pra poder falar. Parabéns aqueles que estão sozinhos por opção. Por isso, namore a si mesmo. Compre um modelo legal, junte os amigos e vá beber e dançar e dar boas risadas, que o finde está aí e promete.
escrito por MIM - 3:19 PM

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Terça-feira, Junho 10, 2003


Shake that ass

Existem 3 coisas q garantem um finde bacana: 1 festinha cool, 1 teatrinho maneiro e 1 cineminha. Dá certinho pra fazer tudo, sobra tempo pra dormir e ainda enfrentar os engarrafamentos pros lugares (notou q sampa tá ainda + engarrafada no finde, ou fui só eu?). Mais q isso é confusão na certa. Tá, q trocentas outras coisas q vão aparecendo, aí a gente usa nossa porção relações públicas e vai encaixando.

A festinha no caso foi bota-fora dum amigo do namôu, que obviamente virou meu amigo, e que vai pra london. E o bicho pegou, o cara é ator e super querido. Festinha wannabe e o lugar supercool. Não digo onde pq tenho 1 amiga surtada q ñ me perdoaria. Basta dizer q periga ela sair correndo pelada na chuva com uma arma na mão. Ok, ela ñ me mataria, + faria pior: me daria gelinho! Digo apenas q exagerei no álcool. Por isso, se é pra namorar, namore alguém q te agüenta no colo.

No sábado, fomos ver as gertrudes de Mefistófeles, no teatro popular do sesi. E o q é aquela fila? VIP si vous plait. E ñ é q o Abujamra foi aclamado aos gritos? Muita calma nessa hora q o cenário tem uma vagina de 5 metros, + a peça é boa. Finalizei a noite num jantarzim à 2, porque tirando o Spencer Tunik, nem tudo a gente pode fazer na multidão.

E domingo, festinha de aniversário na casa dum multimídia man. Na verdade, da mulher dele. Pra encerrar: 24 hours party people, no Unibanco. Já viu? Vai ver, é demais. Puta filme bacanudo e bem humorado sobre a década de 80, o surgimento do joy division, new order, happy mondays, da cena techno (suspiro). Saí de lá imitando o Ian Curtis.

Fiz tudo o q eu queria? Não. Mesmo com cartão non stop num fui na exposição da china, nem na academia, nem no bazar da hugo boss. Mas ou você tem o bolo, ou você come o bolo, e eu resolvi comer. Figurativamente falando, claro, afinal, mto cuidado com a barriguinha.
escrito por MIM - 12:07 PM

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Sexta-feira, Junho 06, 2003


Conhecendo velhos amigos
Conhecer gente nova é um barato. Mas tem um lance na amizade que é ainda melhor: conhecer amigos antigos.

Todo mundo tem amigos de infância (dúvidas qto ao Diogo Mainardi e Fê Young) e quando a gente é menor, fica imaginando o q será deles quando formos grande. Aí um dia cê acorda e thum: é gente grande. E de repente, correndo pro trabalho, pra academia, ou pra aquele jantar cheio de gente uó, pára e pensa: caráio, cadê eles? Tem uns q prefiro não encontrar. A vida tá tão diferente que daria cansaço explicar. Mas tem outros q tenho vontade. Outro dia cruzei uma no lov.e, no meio duma aditivação. Abraços, mil abraços. Que dilícia.

Ainda tenho os de infância (15 é infância?) q estão por aí, se cruzando, ao menos se emeiando. Esses já tem espaço garantido. Só q esses caras muitas vezes foram crescendo e mudando. Tipo saindo do país, casando, assumindo outro jeito de viver e de ser. Quando você menos espera, é uma pessoa diferente daquela que você conhecia. Por isso, às vezes não bate + a afinidade. Mas qdo bate, é 10. E você diz: prazer! Legal te conhecer de novo. Porque fazer amizade com alguém que já é seu amigo é ainda mais classe A.

Então ontem liguei. E combinei. E fomos beber no vítreo e matar as saudades. O som tava bom, a comida boa e a bebida deixou todos como se estivessem se vendo todo dia. Então vai um abraço aqueles que viveram muitas e boas comigo e estão por aí. E tinha uma máxima q a gte soltava na facul q dizia: amigo q é amigo, encoxa na depressão. Se é q vc me entende!
escrito por MIM - 8:25 PM

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Quarta-feira, Junho 04, 2003


Heroína faz mal pro ouvido
Tava navegando e li que o Scott Weiland (pic dow) foi preso novamente por posse de heroína. Liberado após fiança, vai ter q ir pra fazendinha novamente.

Lembrei q esse cara era tudo o que eu queria ser. Tinha aquele estilo sexydirty e era vocal do Stone Temple Pilots, banda q eu venerava. Então, de uma hora pra outra, o cara afundou e levou a banda junto. Nunca vou esquecer 1 makeoff dum clipe onde ele tava tão doido q mal conseguiu ficar em pé. Mas o álbum Plush tá nos meus top 10.

Logo depois, um monte de gente supercool morreu de over de heroína. Primeiro a vocal do 4 non blondes (tá, confesso q ñ liguei mto, + curtia 1 música chamada space man). Depois o Shanon Hoon (pic up), vocal do Blind Melon. Adorava a banda, Soup é outro CD q figura meus top 10. As pessoas em geral conhecem uma ou outra coisa dos caras, mas eles tinham um puuuta som. E o q era a tatoo q o Hoon tinha no pescoço? Até hj quero fazer 1 assim. Depois veio o Layne Stanley (pic down), vocal do Alice in Chains (o nome Man in the Box saiu da música q lançou a banda), que foi achado dias depois, num quartinho dum motel.

Então a mídia decidiu não divulgar essas mortes com medo de tornar a droga ainda mais popular na Europa, e essas bandas simplesmente sumiram do mapa. Resumindo, por causa da heroína hoje mal ouço rock. Não me agrada essas distorções de rock harmônico. Ouço no máximo 1 ou outra coisa estilo inglês, tipo cake ou strokes. Ouço ainda Chili Peppers q não são os mesmos mas tão na lida. Aliás, Antony Kieds (pic dow) é outro ex-viciado. Curto Soundgarden.

Nunca fiquei triste por este monte de junkie, deixo isso pras grupies, afinal, quem mandou serem imbecis. O foda é que eram bandas q eu curtia ouvir. Sonzeira da boa q podia estar na minha prateleira. Mas beleza, ainda me sobraram os CDs antigos, e quando tô parado num puta engarrafamento ponho Jar of Flyers no CDplayer e fico viajandão 'I like to flyyy, but my wings have been so denied...'
escrito por MIM - 2:01 PM

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Segunda-feira, Junho 02, 2003


Um pouquinho de futilidade não faz mal a ninguém

Sampa é tudibom pra gente se tornar uma pessoa menos burra. Tem exposição da china (atenção, é só essa semana), peças ótimas, eventinhos supercults, godard no circuitão e até pré-estréia do fellini em pleno sábado. Mas tem vezes q a gente não tá a fim de nada disso. O que estamos a fim? De futilidade oras. Sair por aí usando o casaco daquele estilista famoso, comer naquele restaurante ruim, porém badalado, fofocar com os amigos sobre aquela última festinha q foi tudo (e q eu perdi, claro) e por aí vai.

Lórrico que ser um humano alienado não é nada legal, afinal, todas as merdas que a gente vê por aí é fruto duma coisa só: a ignorância. Mas militarismo cultural também é uma forma de alienação, corre o risco de você virar um daqueles malas que só vão no espaço unibanco, andam de sandalhão e tomam cerveja no riviera.

Então este finde levantei a bandeira da futilidade. Matei a academia na sexta e encontrei os amigos, no bota fora dum outro amigo q foi pra toronto no sábado. Então tomei cerveja ruim e falei muita merda. E foi demais. Aí no sábado peguei o namôu, segui os amigos e fomos pra level, meca do hedonismo e da futilidade fag paulista. A8, dança, beijo e muito carão. Encerrei o domingo jantando, falando amenidades e tomando vinho com os amigos do namôu no hotel Lycra. E me fala o que é o anexo com a coleção do jum nakao?

Resumindo, meu finde foi ótimo. Confesso q não consegui que fosse de todo fútil. Porque ainda fui ver Tiros em Columbine, q de fútil não tem nada, li Le tour du monde en 80 jour, do Jules Verne e marquei de ir ver a bárbara fazendo Oscar wild na quarta. Mas foi o suficiente pra sossegar o darkside por um bom tempo.
escrito por MIM - 5:17 PM

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Jovem, culto, bonito e rodado
(mas quem não é?)

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Cool

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